A petrolífera francesa afirma que retirou mais de 2500 pessoas do complexo de gás de Afungi, no nordeste de Moçambique, durante um ataque jiadista em 2021. O jornalista britânico, autor do livro “Vai Jorrar Sangue”, garante que documentos internos da empresa contam 25 mil pessoas deixadas do lado de fora dos portões e que centenas delas foram mortas pelo Al-Shabab. A empresa não contestou o número quando contactada pelo Expresso e, num documento de 2024, escreve que “mais de 25 mil pessoas” se refugiaram na península de Afungi